Natalia Mori, Kauara Rodrigues e Soraya Fleischer
Em fevereiro a Espanha aprovou uma ampla legislação que legaliza o aborto.
A nova Lei garante às espanholas o direito à interrupção da gravidez indesejada e regulamenta o atendimento de saúde oferecido pelo estado para que esse direito de fato ocorra de forma segura na vida das mulheres. A Espanha j&aa...
É muito importante que representantes de todos os movimentos de mulheres e entidade...
Para se inscrever no curso desde ano você deve ir, no dia 27 de fevereiro às ...
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Agenda 8 de Março
02 a 03 - II Seminário Lei Maria da Penha: Avaliação e Perspectivas – Organização : ASSTTRA-MP/ PFDC
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Matéria do jornal Integração (Brazlândia-DF) de dezembro de 2009 sobre a formatura da 5ª turma de Promotoras Legais Populares do DF, realizada na Faculdade de Direitos da Universidade de Brasília, com a presen&c...
Maria Paula - Revista do Correio Braziliense
Ela já passou por perseguições históricas, ardeu em chamas nas fogueiras da Inquisição, foi reprimida, controlada, subjugada, resistiu bravamente a v...
Breno Fortes/CB/D.A Press
A cantora Indiana Nomma (foto), que está de partida para o Rio de Janeiro, onde pretende se lançar nacionalmente, é a responsável pelo show em comemoração do Dia Internaciona...

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.
Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.
Quem foram os pioneiros na implantação do projeto?
O Projeto Promotoras Legais Populares foi implementado no Brasil há mais de dez anos pela ONG Themis, do Rio Grande do Sul. Desde então outros estados, principalmente São Paulo, adotaram o projeto de forma exitosa, com a participação de importantes parceiros, como o IBAP - Instituto Brasileiro de Advogados Públicos e o Centro Dandara de Promotoras Legais Populares.
Como se desenvolve o projeto?
O projeto consiste na criação de um espaço de debate acerca de temas pertinentes ao Direito e à cidadania, tendo como foco principal as questões de gênero. A capacitação busca não só transmitir conhecimentos teóricos e práticos sobre as leis, mas também desenvolver uma consciência crítica e reflexiva sobre conteúdos machistas, classistas e patriarcais que perpassam as decisões jurídicas.
Onde, quando acontece e qual o público-alvo do PLP?
As participantes do Promotoras Legais Populares (PLPs), @s estudantes e @s palestrantes se reúnem aos sábados pela manhã, no Núcleo de Prática Jurídica da UnB, em Ceilândia. A turma é formada por mulheres, em sua maioria líderes comunitárias, que integram um conjunto heterogêneo de mulheres que buscam efetivar sua condição de cidadãs.
