Sapata, fancha, bolacha, entendida... Comumente esquecidas ou vistas por meio de imagens caricatas, as mulheres lésbicas estão cada vez mais organizadas e engajadas. Em 29 de agosto, celebra-se o Dia da Visibilidade Lésbic a e para comemorar esta data a Associação Lésbica Feminista de Brasília Coturno de Vênus promove a 6ª Caminhad...
O secretário de Justiça, Direitos Humanos e Cidadan...
Dia 11/8, quarta-feira, movimentos feministas e entidades sociais vão se mobilizar para d...
Formidia
À esteira do 3º Programa de Direitos Humanos do Brasil, pesquisadores recolocaram nesta terça, 27/07, na agenda política o tema do aborto como questão de saúde pública e direito individual da mulher. A mesa redonda, realizada no aud...
O caso da manicure Iara Cristina Silva, 22 anos, ainda é um mistério. Tanto a Justiça de Brasília quanto a de Goiás negam que tenham errado. Mas o fato é que a jovem permaneceu encarcerada nos últimos oito meses, mesmo tendo sido absolvida ...
A causa desse fenômeno é tão vasta e complexa como a própria dor. Questões socioculturais, as formas de trabalho e os avanços da Medicina que proporcionam sobrevida mesmo em casos de doenças que em outro momento seriam fatais, são alguns dos ...
Gabriela Lima - Correio Braziliense
A família da secretária Evanilda Pereira de Sousa, 30 anos, vive um drama desde o fim da manhã de sexta-feira (27/8). A mulher está internada em estado grave no Hospital do Paranoá após ter levado oito facadas...
Nós mulheres, organizações feministas e militantes de direitos humanos, por meio deste manifesto viemos a público denunciar:
i) as violações aos direitos humanos das mulheres brasilienses;
ii) a inoperância do Governo do Distrito Federal (GDF) a...
Bom Dia DF - Reportagem
Irlam Rocha Lima - Correio Braziliense
Na fase de definição do repertório do
CD
e
DVD

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.
Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.
Quem foram os pioneiros na implantação do projeto?
O Projeto Promotoras Legais Populares foi implementado no Brasil há mais de dez anos pela ONG Themis, do Rio Grande do Sul. Desde então outros estados, principalmente São Paulo, adotaram o projeto de forma exitosa, com a participação de importantes parceiros, como o IBAP - Instituto Brasileiro de Advogados Públicos e o Centro Dandara de Promotoras Legais Populares.
Como se desenvolve o projeto?
O projeto consiste na criação de um espaço de debate acerca de temas pertinentes ao Direito e à cidadania, tendo como foco principal as questões de gênero. A capacitação busca não só transmitir conhecimentos teóricos e práticos sobre as leis, mas também desenvolver uma consciência crítica e reflexiva sobre conteúdos machistas, classistas e patriarcais que perpassam as decisões jurídicas.
Onde, quando acontece e qual o público-alvo do PLP?
As participantes do Promotoras Legais Populares (PLPs), @s estudantes e @s palestrantes se reúnem aos sábados pela manhã, no Núcleo de Prática Jurídica da UnB, em Ceilândia. A turma é formada por mulheres, em sua maioria líderes comunitárias, que integram um conjunto heterogêneo de mulheres que buscam efetivar sua condição de cidadãs.
