Samanta Sallum - Correio Braziliense
O ponto polêmico da Lei Maria da Penha recai sobre o prosseguimento ou não da ação penal, quando a mulher desiste da denúncia contra o agressor. De acordo com a lei, o processo deve, sim, caminhar mesmo que a ...
Ginecologistas e obstetras não sabem como proceder por conta da insegurança jurídica. Assunto está na pauta do STF. A lei brasileira ainda não é clara quanto ao direito de a mãe interromper a gestação em casos de fetos co...
Tem aqueles dias que a gente acorda, se olha no espelho e se sente horrorosa. Imagine sentir-se assim todos os dias. Essa é a Lucilene. Ela engordou 12kg com a gravidez e não consegue aceitar seu corpo. Não tem jeito, isso atinge diretamente a aut...
Primeiro projeto de extensão da universidade cria cineclubes na região para abrir diálogo com a comunidade. Moradores de Ceilândia, participantes de movimentos sociais locais e professores da UnB relembraram a história da cidade, após assistire...
Repórter da Agência Brasil
Márcia Acioli
Assessora Pedagógica do Inesc
Como se não bastasse o Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul ter rejeitado a acusação contra dois homens que pagaram adolescentes para manter relações sexuais, o Superior Tribunal de Justiç...

Quem foram os pioneiros na implantação do projeto?
O Projeto Promotoras Legais Populares foi implementado no Brasil há mais de dez anos pela ONG Themis, do Rio Grande do Sul. Desde então outros estados, principalmente São Paulo, adotaram o projeto de forma exitosa, com a participação de importantes parceiros, como o IBAP - Instituto Brasileiro de Advogados Públicos e o Centro Dandara de Promotoras Legais Populares.
Como se desenvolve o projeto?
O projeto consiste na criação de um espaço de debate acerca de temas pertinentes ao Direito e à cidadania, tendo como foco principal as questões de gênero. A capacitação busca não só transmitir conhecimentos teóricos e práticos sobre as leis, mas também desenvolver uma consciência crítica e reflexiva sobre conteúdos machistas, classistas e patriarcais que perpassam as decisões jurídicas.
Onde, quando acontece e qual o público-alvo do PLP?
As participantes do Promotoras Legais Populares (PLPs), @s estudantes e @s palestrantes se reúnem aos sábados pela manhã, no Núcleo de Prática Jurídica da UnB, em Ceilândia. A turma é formada por mulheres, em sua maioria líderes comunitárias, que integram um conjunto heterogêneo de mulheres que buscam efetivar sua condição de cidadãs.
