Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Terça 7 Setembro 2010

Violência

MONSTROS MIRINS: Violentada por três garotos

MONSTROS MIRINS: Violentada por três garotosCorreio Braziliense

O sábado era para ser de confraternização com os colegas. À noite, Amanda* participaria de uma festa do pijama na igreja perto de casa, no Setor 7 de Águas Lindas (GO), onde várias crianças e adolescentes acampariam até domingo. De família humilde, a criança de 11 anos não tinha um pijama para usar no local e, por isso, saiu logo de manhã, por volta das 11h, para pedir a peça de roupa emprestada a uma vizinha. No quarto da amiga, de 9 anos, Amanda passou por momentos de dor e desespero. Foi violentada pelo irmão da colega, de 13 anos, e por outros dois meninos, de 12 e 13. 

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Humilhação nas escolas do DF

Humilhação nas escolas do DFPesquisa do IBGE revela que a capital federal é a campeã de casos de bullying no país. Os meninos são os alvos preferenciais dos agressores, mas as garotas também sofrem com o problema, que acontece nas instituições das redes privada e públic...

Última atualização ( Dom, 20 de Junho de 2010 16:46 )

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De que adianta proibir as pulseiras do sexo?

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VIOLÊNCIA NA UnB - Estudantes pressionam o reitor

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COVARDIA POLICIAL - Coronel agride menina e mostra despreparo da PM do Distrito Federal. Ontem foi dia de bate-boca entre deputados e protesto de estudantes na Câmara Legislativa

A discussão surgiu depois da decisão da Justiça que afastou oito parlamentares da votação do impeachment de Arruda. Do lado de fora, estudantes protestaram e foram reprimidos com violência pela PM.  Cerca...

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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