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Terça 7 Setembro 2010
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Discriminação de gênero e a (sub)representação política da mulher

Discriminação de gênero e a (sub)representação política da mulherMestra em Direito e Estado pela USP, professora de Direito Constitucional, assessora-chefe da Escola Judiciária Eleitoral do TSE

A realização, no final de abril, de audiência pública na CCJ da Câmara dos Deputados, voltada à discussão de projeto de lei sobre a discriminação de gênero nas relações de trabalho, revelou a imperiosidade de se positivar, de forma mais ampla, e na linha dos diversos compromissos internacionais assumidos pelo Estado Brasileiro, verdadeiro Estatuto da Igualdade de Gênero, capaz de coibir, de modo eficaz, a perpetuação de comportamentos tendentes à subalterna inferiorização da mulher nas mais diversas esferas da sociedade.
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Pagamento de pensão alimentícia durante a gravidez já é lei

Pagamento de pensão alimentícia durante a gravidez já é leiAcaba de virar lei proposta que teve origem no Senado e irá beneficiar milhões de mulheres grávidas, garantindo a elas o direito de receber do pai do seu filho, durante o período de gestação, recursos para co...

Última atualização ( Sex, 07 de Novembro de 2008 06:32 )

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Movimentos Sociais criam Tribunal Popular

Movimentos Sociais criam Tribunal PopularNa quarta-feira, dia 22 de outubro, acontecerá o primeiro debate de lançamento do Tribunal Popular, instância criada por movimentos sociais para julgar casos de abusos de direitos humanos cometidos pelo Estado brasileiro ao longo dos anos. O t...

Última atualização ( Qui, 23 de Outubro de 2008 20:23 )

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O dia em que o povo de Igarapé do Meio resolveu fazer justiça

 O dia em que o povo de Igarapé do Meio resolveu fazer justiçaCarros de boi e sombrinhas ficaram no chão, dando lugar à revolta por ver uma menina morta pelo tiro de um PM. Igarapé do Meio é uma cidade longe, muito longe, que mesmo os maranhenses não sabem direito localizar no mapa. Tem algo em torno de ...
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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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