Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Sexta 10 Setembro 2010

Poíticas Públicas

Seminário Nacional discute Gênero, Raça e Segurança

Seminário Nacional discute Gênero, Raça e SegurançaOs dados alarmantes de que 33 mil jovens de 12 a 19 anos serão assassinados no País, e em sua maioria negra, revelam a urgência de discutir políticas públicas de segurança. Essa será uma das discussões do Seminário Nacional Gênero, Raça e Segurança, que acontece na próxima segunda-feira (27), das 9h às 17h, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco.
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Portaria do Ministério da Defesa amplia prazo de licença-maternidade às militares

Portaria do Ministério da Defesa amplia prazo de licença-maternidade às militaresBrasília - As mulheres militares receberam o direito de prolongar por mais 60 dias a licença-maternidade, estabelecida por lei em 120 dias. A Portaria 520, assinada pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, foi publicada hoje (17) no Diário Oficial d...
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Investir na mulher dá maior retorno

Investir na mulher dá maior retornoEstudos apontam que transformação social cresce com mais escolaridade para meninas; País tem poucos projetos. "A importância do investimento social na mulher é clara e comprovada para promover o desenvolvimento. Mesmo assim, ainda é muito pe...

Última atualização ( Dom, 08 de Março de 2009 12:02 )

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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