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Sexta 10 Setembro 2010
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Centro cultural vivo

Centro cultural vivoConheça as atrações da Biblioteca Demonstrativa de Brasília, que vão da gibiteca até o telecentro, passando por cursos, concertos didáticos e sessões de teatro infantil. Orgulhosa do trabalho pioneiro que vem implementando no espaço há 26 anos, Conceição Salles encontra na resposta da comunidade, que prestigia em peso aos eventos e serviços oferecidos, o reconhecimento de suas iniciativas. “Esse retorno, de alguma forma, é um reconhecimento da paixão que tenho pelo lugar”, diz.
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Gênero e Diversidades é nova opção de graduação da UFBA

Gênero e Diversidades é nova opção de graduação da UFBATemática que antes era restrita aos cursos de pós-graduação, se insere entre as ofertas para ingresso na universidade através de vestibular. Vagas estarão disponíveis no próximo concurso de verão. Para a subsecretária de Articulação Insti...

Última atualização ( Qua, 30 de Julho de 2008 20:47 )

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Conselho Federal de Psicologia oferece 11 vagas para Brasília

Conselho Federal de Psicologia oferece 11 vagas para BrasíliaO Conselho Federal de Psicologia (CFP) está com inscrições abertas para concurso público destinado a preencher 11 vagas para o cargo de auxiliar administrativo contábil, com exigência de nível médio de escolaridade. O salário é de R$ 1.0...

Última atualização ( Qua, 16 de Julho de 2008 22:16 )

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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