Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Terça 7 Setembro 2010
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Mulheres do DF: fim à violência

Mulheres do DF: fim à violência

Dia 11/8, quarta-feira, movimentos feministas e entidades sociais vão se mobilizar para denunciar a negligência governamental, a falta de garantia de recursos e a exígua execução orçamentária relacionada às políticas públicas que beneficiam as mulheres. Não falta dinheiro à toa. Falta interesse dos gestores públicos e dos políticos da capital da República.

Dia 11/8
A partir de 16h30
Na Praça do Palácio do Buriti (Eixo Monumental)
Ato pelo fim da violência contra as mulheres

Última atualização ( Ter, 10 de Agosto de 2010 07:19 )

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Manual ensina identificar casos de tráfico de pessoas

Manual ensina identificar casos de tráfico de pessoas Por Tatiana Félix, da Adital

O Manual Promotoras Legais Populares "Cidadania, Direitos Humanos e Tráfico de Pessoas" foi lançado ontem (24), na Universidade de Brasília (UnB), no Distrito Federal, dentro da programação da Semana de Gênero e Dir...

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Sem mandato, mas com a bolsa cheia

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Mesmo afastada da Câmara Legislativa, Eurides Brito deve continuar a receber o salário de R$ 12,4 mil. Os 23 funcionários do gabinete da distrital serão exonerados no fim do mês.  Na prática, dificilmente ...

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VITÓRIA DAS MULHERES: Casa de Parto permanecerá em São Sebastião

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Chegou a ser anunciado oficialmente pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal. A Casa de Parto de São Sebastião  (cidade do DF) seria fechada. Fórum de Mulheres do DF, Promotoras Legais Populares e várias ou...

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Deputada distrital Érika Kokay sofre infarto

Deputada distrital Érika Kokay sofre infarto

 

Ela estava indo para Sobradinho quando começou a sentir fortes dores no peito. Érika, de 52 anos, foi levada para o hospital e passou por um procedimento que desobstrui artérias do coração.

 

 

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Denuncie e Peça Ajuda

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Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180
A Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM, da Presidência da República,  criou uma central telefônica para atendimento às mulheres. Este serviço tem seu funcionamento integrado a Ouvidoria da SPM, destinando-se a atender denúncias, orientar e encaminhar os casos de violência contra a mulher. O número colocado à disposição, considerado de utilidade pública, 180, permite ligações de todo território nacional. A Central funciona 24h por dia, inclusive aos finais de semana. A Central de Atendimento é também um importante instrumento para melhorar o conhecimento sobre os números da violência contra as mulheres no Brasil. Ligue 180!

Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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