Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Terça 7 Setembro 2010
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Propostas e Idéias

A hora da esperança

A hora da esperançaSímbolo da busca universal pela paz, igualdade e justiça, a data que marca o nascimento de Cristo e acende em homens, mulheres e crianças a chama da solidariedade remete também à celebração de duras conquistas. Relembrada a cada dezembro, a história de luta e fé na humanidade permanece como exemplo a ser resgatado no dia-a-dia dos segmentos sofridos da população que, 21 séculos após a saga de Maria, vivem a expectativa do reconhecimento do seu direito a uma vida digna.
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Promotor lança livro sobre violência doméstica

Promotor lança livro sobre violência domésticaO Promotor de Justiça do Núcleo de Gênero Pró-Mulher do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Fausto Rodrigues de Lima lança nesta sexta-feira (7) o livro Violência D...
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Audiência cobra criação de centro para tratamento de usuários de drogas

 Audiência cobra criação de centro para tratamento de usuários de drogasMais de 45% dos casos de violência doméstica tem alguma relação com o uso de drogas e álcool. Os dados de uma pesquisa feita em parceria entre o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a Universidade Católica de Brasíl...
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Direitos humanos e educação em debate

Direitos humanos e educação em debate UnB e Unesco avaliam desafios da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Instituições também discutem reforma universitária

Promulgada em 10 de dezembro de 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é tema de análise nesta ...

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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