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Terça 7 Setembro 2010
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Direitos das Mulheres

Em nome da mãe - Socióloga lança livro sobre não reconhecimento paterno no Brasil

Em nome da mãe - Socióloga lança livro sobre não reconhecimento paterno no Brasil
O não reconhecimento paterno é o tema-chave do livro Em Nome da Mãe, em que a socióloga Ana Liési Thurler apresenta estimativas e interpretações sobre essa herança das relações coloniais e patriarcais, ainda presente no Brasil contemporâneo. Tratado como questão política — além de histórica, cultural e jurídica —, o reconhecimento paterno é abordado como questão de cidadania e de efetivação da democracia, residindo aí uma de suas originalidades. O livro foi lançado em Buenos Aires, durante o XXVII Congresso da Associação Latino-americana de Sociologia, em 02 de setembro e será lançado em 08 de outubro, em Brasília.

Última atualização ( Ter, 22 de Setembro de 2009 11:44 )

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"A Saúde e os Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos são Direitos Humanos e de Cidadania": uma conversa com os movimentos sociais do DF

Horário: 9hs às 18hs

Local: Espaço Cultural Renato Russo - 508 sul - Sala Teatro de Bolso

 

O objetivo deste ovulário é dialogar sobre os Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos das Mulheres com os outros movimentos sociais do DF e mostrar os...

Última atualização ( Qui, 16 de Julho de 2009 08:42 )

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Ciclo de palesrtas sobre o papel do MPDFT no empoderamento das mlheres

Ciclo de palesrtas sobre o papel do MPDFT no empoderamento das mlheresO Ministério Público do Distrito Federal e Territórios está realizando uma série de palestras desta terça-feira (10) até sexta-feira(13) sobre feminismo, empoderamento das mulheres e violência. Você pode participar e também visitar a exposi...
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Mulheres são agredidas por companheiros em Taguatinga

Mulheres são agredidas por companheiros em TaguatingaCecília de Castro - Correio Braziliense.com.br

Entre a noite de domingo (19/10) e esta segunda-feira (20/10) duas mulheres foram agredidas pelos companheiros. Em um dos casos, Enderson Baia Furtado, 22 anos, tentou sufocar a ex-mulher de 26 anos com ...

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Movimento de mulheres promove debate sobre a seguridade social em Brasília

Movimento de mulheres promove debate sobre a seguridade social em BrasíliaDe 01 a 03 de agosto, no Centro Cultural de Brasília, será realizado o “Seminário Nacional sobre seguridade social e as mulheres” visando aprofundar o debate sobre Seguridade Social e a desproteção social das mulheres. O objetivo do enco...

Última atualização ( Seg, 04 de Agosto de 2008 05:32 )

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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