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Sexta 10 Setembro 2010
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Criança e Adolescente

Cai o número de adolescentes grávidas no DF

Cai o número de adolescentes grávidas no DFBom Dia DF > 13/08/2010 > Reportagem


Em uma década, o número de jovens grávidas diminuiu 39% no Distrito Federal. Uma escola de Taguatinga aposta na informação para educar meninos e meninas sobre os riscos da gravidez precoce.

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Conselho Tutelar chega até o SIA

Conselho Tutelar chega até o SIAO Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) poderá contar a partir da próxima quinta-feira (8/7) com os serviços do Conselho Tutelar na Administração para registrar denúncias contra a violação dos direitos das crianças e dos adolescentes. Os...
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Gama engajado no combate à pedofilia

Gama engajado no combate à pedofiliaFlávia Maia - Correio Braziliense
A Regional de Ensino do Gama reuniu, na última quarta-feira, professores, gestores e diretores das escolas públicas da cidade para uma capacitação de combate à pedofilia. Os servidores foram orientados a identif...

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Neide Castanha: Adeus companheira!

Neide Castanha: Adeus companheira!

Neide Castanha, militante social comprometida com as causas dos direitos humanos, que nas últimas décadas se dedicou a defender a criança dos abusos que sofrem diariamente no Brasil, não resistiu às consequênc...

Última atualização ( Qui, 28 de Janeiro de 2010 08:24 )

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Mais 23 conselhos tutelaresUma luta de vários setores da sociedade, identificados com a temática da infância e adolescência, começa, finalmente, a ganhar corpo. E de maneira justa, aliás. É que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou emenda ao Orçamento deste...
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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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