Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Sexta 10 Setembro 2010

Comunidade

Cinquentenário de Brasília ganha, entre outros presentes, uma mostra de origamis

Cinquentenário de Brasília ganha, entre outros presentes, uma mostra de origamis

Dobraduras de papel são elaboradas com base em técnicas milenares desenvolvidas no Japão e hoje conquistam a simpatia do mundo inteiro. Evento tem a participação de artistas locais e internacionais. As dobras exigem prática, mas nada que o treino não resolva. “Tudo depende muito do seu humor, do estado de espírito de quem está fazendo e da energia que coloca naquele trabalho”, destaca a origamista Jaciara Grzbowski, umas das expositoras.

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Inauguração do Cine-clube Vladimir Carvalho

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Dentro das comemorações dos 50 anos de Brasília, após a inauguração do Espaço Cultural Arildo Dória, área múltipla para exposições, promoção de cursos, ...

Ônibus lotado, eterno problema

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Trinta milhões de passageiros insatisfeitos mês a mês. Ônibus lotados, atrasados, quebrados e sujos. Quem pode, compra carro ou moto. Mas uma parcela considerável da população não tem outra op&cced...

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Não deixe o samba morrer

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Elisa Lucinda

“Neide Castanha sonhou e trabalhou por um mundo melhor, mesmo quando ela não morasse mais aqui”

“Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu”, diz o velho-novo Chico. É assim que me...

Última atualização ( Sáb, 30 de Janeiro de 2010 08:34 )

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Duas mil bolsas para universitários

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Foi publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (30) o edital de convocação para o processo seletivo da Bolsa Universitária, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Social. As inscrições vão do...

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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